Sempre devemos respeitar os outros
By : Blog da RôNunca podemos julgar os outros pela a aparência nem pelo istilo nem rejeita os outros pela sua cor de pele seja negro branco
Uma foto em uma rede social
By : Robert Melo
Hoje eu abri uma foto sua em uma rede social e pensei... Nossa, eu já sorri demais olhando isso.
Você era a motivação mais linda dos meus sorrisos. Se algum dia eu já dormi sorrindo e acordei com disposição para seguir o dia, foi por sua causa; por causa dessa sua foto, com a qual eu já peguei no sono olhando, e hoje volto a vê-la e não sinto exatamente nada.
Por quê?
Por que você tinha que morrer?
Por que você tinha que matar todos os sentimentos que eu tinha por você, e me obrigar a morrer junto?
Por que você tinha que me obrigar a fingir que estava tudo bem, quando meu mundo desabava?
Vontade de te esmurrar. De te dar uns tapas bem dados e dizer "por que você fez isso comigo, seu cretino?" Vontade de te dizer que suas piadas nunca tiveram graça, mas eu sorria por te amar. Vontade de dizer que você nunca me surpreendeu. Nunca. Mas eu não consigo. Não consigo nem parar de pensar em você, mesmo que seja pensando algo ruim, viu só?
E quando eu procurava novos amores, eu procurava pensando em você, imaginando que era você na minha frente, mesmo sabendo que isso seria impossível depois de tudo que aconteceu. Então eu te imaginava na minha frente brigando comigo, tendo ódio. Porque ódio é um sentimento, e é bem melhor que a indiferença.
Você... você, que já foi meu futuro imaginado, meu príncipe de conto de fadas, hoje não passa de uma foto em uma rede social. E quer saber se eu estou bem sozinho? Claro que estou. Eu sou feliz! Eu só não sei porque eu continuo vindo aqui.
Por que eu ouço músicas que falam de tristeza?
Por que eu penso em você quando encontro um novo alguém?
Você não vale isso. Mas eu faço e continuo fazendo. Como uma cerimônia de luto, eu continuo à risca. Mas você não morreu completamente, teve apenas um ataque do coração, e pode ser reanimado se meu coração quiser. Mas ressalto, você não vale isso, até porque está aí, vivendo sua vida, feliz, sem sequer olhar minha foto em uma rede social.
Por que eu não consigo ser como você?
Eu entendo. Entendi o que ninguém mais entendeu. Fiz do jeito que todos esperam que seja. Permitia que você escolhesse qual filme assistiríamos, com medo de que uma escolha minha lhe fosse entendiante. Deixava você decidir se o passeio seria no parque ou no shopping, para que você se sentisse agradado com o local. Deixava minhas tristezas no bolso para tentar cuidar das suas. Mas não foi suficiente. Eu me anulei, deixei de me amar para que todo meu amor fosse só seu. Ah, eu aguentei muito. Ajuntei do chão migalhas do seu amor, ora calmo, ora avassalador, onde, durante o dia, me amava como se o mundo fosse acabar, e durante a noite mal lembrava de mim.
Ah, por favor... Você é meu personagem preferido, dono de todos os meus textos e poesias. E agora eu tenho que dizer isso somente para uma foto em uma rede social.
Você era o presidente. Seu cargo era o de Membro Honorário do Conselho, tinha tapete vermelho para entrar na minha vida. Eu me vestiria até de faxineiro se te agradasse. Mas você pediu demissão - e pior - sem aviso prévio. E agora, como viver em plenitude com essa ponta de angústia na minha mente?
Saiba que eu sou feliz, cara! Eu sou feliz demais. Só deixo de ser feliz quando penso em você, em tudo que podia ter sido e não foi. Eu sei que não deu. Sei também que não dá, e eu não quero que dê! Não quero mais. Mas eu não sei o que fazer com esse nó. Vai passar, né? Eu sei. Algum dia alguém vai ocupar o cargo que era seu, e eu vou parar de olhar sua foto em alguma rede social. E aí sim eu vou entender que o universo reservava coisas melhores pra mim, e que seu destino era morrer. Só espero que morra logo, pois, as vezes, a vontade de te ressuscitar me domina.
Por que você tinha que me obrigar a fingir que estava tudo bem, quando meu mundo desabava?
Vontade de te esmurrar. De te dar uns tapas bem dados e dizer "por que você fez isso comigo, seu cretino?" Vontade de te dizer que suas piadas nunca tiveram graça, mas eu sorria por te amar. Vontade de dizer que você nunca me surpreendeu. Nunca. Mas eu não consigo. Não consigo nem parar de pensar em você, mesmo que seja pensando algo ruim, viu só?
E quando eu procurava novos amores, eu procurava pensando em você, imaginando que era você na minha frente, mesmo sabendo que isso seria impossível depois de tudo que aconteceu. Então eu te imaginava na minha frente brigando comigo, tendo ódio. Porque ódio é um sentimento, e é bem melhor que a indiferença.
Você... você, que já foi meu futuro imaginado, meu príncipe de conto de fadas, hoje não passa de uma foto em uma rede social. E quer saber se eu estou bem sozinho? Claro que estou. Eu sou feliz! Eu só não sei porque eu continuo vindo aqui.
Por que eu ouço músicas que falam de tristeza?
Por que eu penso em você quando encontro um novo alguém?
Você não vale isso. Mas eu faço e continuo fazendo. Como uma cerimônia de luto, eu continuo à risca. Mas você não morreu completamente, teve apenas um ataque do coração, e pode ser reanimado se meu coração quiser. Mas ressalto, você não vale isso, até porque está aí, vivendo sua vida, feliz, sem sequer olhar minha foto em uma rede social.
Por que eu não consigo ser como você?
Eu entendo. Entendi o que ninguém mais entendeu. Fiz do jeito que todos esperam que seja. Permitia que você escolhesse qual filme assistiríamos, com medo de que uma escolha minha lhe fosse entendiante. Deixava você decidir se o passeio seria no parque ou no shopping, para que você se sentisse agradado com o local. Deixava minhas tristezas no bolso para tentar cuidar das suas. Mas não foi suficiente. Eu me anulei, deixei de me amar para que todo meu amor fosse só seu. Ah, eu aguentei muito. Ajuntei do chão migalhas do seu amor, ora calmo, ora avassalador, onde, durante o dia, me amava como se o mundo fosse acabar, e durante a noite mal lembrava de mim.
Ah, por favor... Você é meu personagem preferido, dono de todos os meus textos e poesias. E agora eu tenho que dizer isso somente para uma foto em uma rede social.
Você era o presidente. Seu cargo era o de Membro Honorário do Conselho, tinha tapete vermelho para entrar na minha vida. Eu me vestiria até de faxineiro se te agradasse. Mas você pediu demissão - e pior - sem aviso prévio. E agora, como viver em plenitude com essa ponta de angústia na minha mente?
Saiba que eu sou feliz, cara! Eu sou feliz demais. Só deixo de ser feliz quando penso em você, em tudo que podia ter sido e não foi. Eu sei que não deu. Sei também que não dá, e eu não quero que dê! Não quero mais. Mas eu não sei o que fazer com esse nó. Vai passar, né? Eu sei. Algum dia alguém vai ocupar o cargo que era seu, e eu vou parar de olhar sua foto em alguma rede social. E aí sim eu vou entender que o universo reservava coisas melhores pra mim, e que seu destino era morrer. Só espero que morra logo, pois, as vezes, a vontade de te ressuscitar me domina.
Relatório do livro Visão Ecossistêmica
By : Robert Melo
Cap. 2
Até que ponto se dá a liberdade?
Física quântica: liberdade
Sair da caverna.
Cap. 3 > Sociedade dos Poetas Mortos!!!!
Conhecimento é troca entre sujeito e objeto: interação
Cognição: descontruir para reconstruir (certezas)
Aprendizagem através da nterdisciplinaridade
A escola apenas influencia, não obriga
Cap. 4
O ensino não é problemático, os sujeitos o tornam.
Pra dar conta da realidade, precisamos conhecer o real.
Pra acontecer a aprendizagem, o professor precisa ensinar a se autoorganizar: é interno de cada um.
Instrucionismo: o professor para o sujeito para o aluno.
O desenvolvimento da autonomia depende da relação do indivíduo com o meio: participação.
Novo paradigma: professor não é autoritário, é facilitador da aprendizagem.
Criatividade ligada à intuição.
Aprender é como conversar: eu ajo e falo o que ouço e vejo > alunos já possuem sua bagagem.
Todos temos algo para ensinar, como para aprender. Quem ensina aprende, quem aprende ensina.
A escola é resultado de um trabalho coletivo: trabalho em equipe; todos se ajudam.
Cap. 5
Erro construtivo: levar o aluno a entender o erro para aprender com ele.
O aluno busca por si só a forma do seu entendimento.
Currículo em forma de rede e teia: ampliamento, questão das partes e do todo.
TIC: tecnologia de informação e comunicaçao (avaliação do aprendizado; currículo)
Ensino sem aprendizagem: professor não transfere ao aluno eficazmente
Aprendizagem sem ensino: transmite bem, mas o aluno não demonstra interesse
1) Aprender a conhecer: construir o conhecimento, autonomia, curiosidade
2) Aprender a fazer: flexibilidade, tecnologia
3) Aprender a viver juntos: participar de projetos, gerenciar, encarar diversidades
4) Aprender a ser: desenvolver pensamento crítico, desenvolver criatividade e conhecimento, éticos.
Cap. 6
Aprendizagem significativa depende do aprendente
Aprendizagem leva em conta cognição e aptidão
Professor precisa de emoção, criatividade e didática inovadora
Cap. 7
Dúvidas são provisórias e sanadas rapidamente
O aluno precisa da flexibilidade do professor. Este deve abrir espaço para dúvidas.
Diversidade é importante, gera possibilidades mas aumenta a complexidade
Maturana diz que o aluno aprende com a experiência daquilo que o cerca
Cap. 8
Necessidade do pensamento coletivo
Um novo professor exige novos valores e ética
O professor precisa ensinar a PENSAR e analisar o TODO
Cap. 9
Dimensões da aprendizagem
CONSTRUTIVISMO: Aprendizagem interna - Piaget
INTERACIONISMO: interna, mas também externa - Vigotsky
AFETIVA: afeto, aquilo que cativa e mexe com o aluno
TRANSCENDENTE: evolução
SOCIO-CULTURAL: o meio em que estão
Cap. 10
Resiliência: Capacidade de superar situações traumáticas e dar a volta por cima
Autotranscendência e transcendência
Criatividade, diálogo e resolução de problemas
Cap.11
Ecopedagogia - Pegadogia da Terra: resgatar valores humanitários
Paradigma que compreenda o pensar, o ser, a existência e a vida
Interdisciplinaridade
Cap.12
"Pra início de conversa"
Olhar o aluno com olhos do coração
Escuta sensível, amorosidade
Pensamento ecossistêmico: mudança de valores, atitudes, estilo de vida.
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Baby boomers: pós guerra, conversadores
Geração X: pós ditadura, revolucionários, "Diretas Já", trocam de emprego facilmente
Geração Y: recompensa, criativos, impacientes, rápidos e críticos.
Geração Z: antissocial, individualista, ligados à internet, sem paciência com mais velhos, dificuldade de trabalhar em equipe.
Geração Alpha: nascem informatizados.
Didática: Cinderela na versão masculina
By : Robert MeloPrimmm! Primmmm!
— Ahhh... só mais um pouquinho... — murmurava o jovem, enquanto cobria o rosto com seu travesseiro.
Já eram sete da manhã e Daner precisava levantar. A aula começava dentro de meia hora, e ele precisava arrumar-se. Café tomado, uniforme vestido, e lá foi ele, rumo à mais um dia de aprendizado.
Sua escola se localizava a 4 quarteirões de sua casa, o que possibilitava sua ida à pé. Frequentemente, no caminho, ele encontrava Dona Hermínia, uma velhinha que precisava de ajuda para atravessar a rua. Daner — sempre muito prestativo — sempre se propunha a ajudá-la, e ela, como recompensa, dava-lhe algumas moedas, usadas por ele para ir à Lan House.
Seu passatempo preferido fora da escola era programar jogos, mas sua família não tinha condições de ter um computador próprio, então ele precisava ir até a Lan House, que ficava no caminho da escola. Para conseguir o dinheiro que usava para pagar, ele fazia boas ações, como a ajuda à Dona Hermínia.
O projeto que estava em andamento no momento era Guerra de Dois Mundos, um RPG programado em HTML2, onde o personagem principal teria o objetivo de salvar o mundo de uma invasão alienígena.
Mas a ambição de Daner era grande! Pensava, além da criação do jogo, na sua divulgação: queria criar um canal no Youtube para promover seus feitos, mas, se não possuía nem um computador, quem dirá um celular ou câmera para gravar. Então, como realizaria seu sonho?
Eis que sua escola anuncia um projeto de Curta-Metragens. Os temas escolhidos foram 'boas ações' e a 'aceitação pessoal'. Cada grupo de alunos deveria fazer um pequeno vídeo sobre os temas propostos. A câmera para gravação seria disponibilizada pela escola, pelo período de uma semana para cada grupo.
Como já sabia lidar bem com edição e programação, Daner propôs a seu grupo que lidaria com essa parte, e, na semana em que seu grupo recebeu a câmera, ela ficou sob sua posse. Ele concluiu o jogo que estivera semanas trabalhando e aproveitou a estadia do aparelho eletrônico após a conclusão do trabalho para gravar um vídeo sobre o jogo, que foi colocado no Youtube.
No dia seguinte, Daner estava subindo as escadas da escola quando deparou-se com uma lata de refrigerante jogada no chão. Ele a recolheu e jogou-a no lixo, sem saber que aquele ato estava sendo filmado, pois seria usado em um dos curta-metragens sobre boas ações de outra turma.
Duas semanas se passaram, e o vídeo de Daner já estava com centenas de visualizações. Seu jogo havia sido disponibilizado no dia do lançamento do vídeo e já estava sendo jogado por pessoas da escola e, inclusive, pessoas que nem o conheciam. O reconhecimento estava batendo à sua porta, mas não havia mais como continuar, a câmera já não estava mais sob sua posse…
Alguns amigos próximos souberam da frustração de Daner e a fofoca foi se espalhando, até chegar aos ouvidos da coordenação na escola, que não tomou nenhuma atitude imediata, até o momento em que os professores reuniram-se para assistir aos vídeos do projeto e se depararam com o projeto que mostrava a boa ação de Daner, o único jovem da escola que recolheu a lata de refrigerante.
Diante da boa ação do garoto, os docentes, junto a direção, decidiram que o sonho do menino não deveria ser interrompido: a câmera que ele havia usado para a gravação do seu primeiro vídeo seria emprestada à ele sempre que fosse necessário para a gravação de seus projetos.
Ao saber da notícia, os olhos de Daner encheram-se de lágrimas, pois mesmo com uma família humilde, que jamais lhe dera condições de objetos tecnológicos, ele persistiu no sonho de criar jogos e virar um youtuber. E conseguiu, através da bondade e boas ações.
Mesmo não esperando nada em troca, Daner percebeu que o bem, mesmo que demore um pouquinho, tem lá suas vantagens de vez em quando.




